Domingo fomos à San Jose assistir o espetáculo OVO do Cirque du Soleil. Acabamos indo pra San Jose porque estávamos no Brasil enquanto eles se apresentaram em São Francisco. Foi bom termos ido até lá, porque tem bastante coisa acontecendo em San Jose, que é o centro do Vale do Silício, e sempre ficamos com preguiça, achando muito longe. Descobrimos que não é nada disso, num domingo sem trânsito, chegamos lá em 45 minutos e estacionamos na porta.
O show é um espetáculo, como qualquer show do Cirque du Soleil. Comecei anotando os melhores momentos, mas logo desisti, pois quase todo o show tem coisas espetaculares. A singela história da libélula que se apaixona pela joaninha ( uma fofa), as fantasias com todas as cores do arco-irís, a supreendente coreografia ( adorei a guerra de espadas), e os bailarinos/acrobatas que dançam como se fosse animais invertebrados mexendo cada centímetro do corpo, me fazem querer sempre voltar.
Ainda sou uma novata em Cirque du Soleil; esse foi o segundo espetáculo que vi. O primeiro foi L.O.V.E., que eu amei, era obviamente, recheado de músicas dos Beatles. Qual não foi minha surpresa ao reconhecer em OVO, várias músicas da minha infância: músicas de festas juninas e músicas de cantigas de roda que Deborah Colker, a fantástica brasileira que escreve, produz e coreogafa os shows do Cirque, aproveita tão bem em vários momentos do espetáculo. Tá aí alguém que faz um trabalho maravilhoso que não é muito divulgado no Brasil, fiquei com vontade de fazer um post só sobre ela.
Vá assistir OVO ou qualquer espetáculo do Cirque du Soleil, sempre que tiver oprotunidade, seja em Las Vegas, São Paulo ou aqui. Você nunca vai se arrepender.
OVO – Cirque du Solei, em San Jose até 21 de março de 2010. Depois disso, em várias cidades americanas. Confira os vários espetáculos em diferentes cidades aqui.
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